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Vídeo

Série de vídeos sobre assédio nas ruas

6 maio

Aline Cavalcante, Drielle Alarcon e Verônica Mambrini participaram de uma série de vídeos com a Renata Falzoni, do www.bikeelegal.com, em que comentam sobre o assédio sofrido nas ruas pelas mulheres que andam de bike, principalmente. Quais são os obstáculos, como as abordagens agressivas e o preconceito sofrido.

 

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Encontro de Dezembro

30 nov

flyer: @gabikato

E dezembro chega com um novo passeio de bike das Pedalinas!
Nesse pedal tranquilo só para garotas, iniciantes são sempre bem-vindas!

Data: Sábado, dia 3 de Dezembro
Horário: A partir das 15h
Local: Praça d@ Ciclista (Av. Paulista x R. da Consolação)!

Qualquer dúvida, é só se inscrever na lista de e-mails e mandar uma mensagem, ou enviar um e-mail a pedalinas.sp@gmail.com.

Sobre bolsas e guidões

24 set

texto e ilustração: @gabikato

Espero que isso já possa ser de alguma utilidade para alguém no cotidiano. Até porque nem todos precisam de alforges grandes no bagageiro para ir ao trabalho ou a uma balada, rs.

Bike no metrô e um pouco de paranoia

8 ago

Uma tirinha rápida lembrando um episódio não muito agradável que vivenciei no sábado à noite. (Espero que não esteja tão mal desenhado a ponto de ninguém entender…)

Mas, como nem tudo é coisa ruim, logo depois apareceram mais duas garotas simpáticas com bikes, e entreguei a elas flyers das Pedalinas, rs. Elas são de Santo André e fazem hambúrgueres de soja pra vender. Tô prevendo quitutes vegetarianos no próximo passeio. =)

Encontro de Agosto

5 ago

Flyer: @gabikato

Encontro mensal das Pedalinas!
Sábado, dia 6 de Agosto, nos encontraremos novamente da Praça d@ Ciclista (Av. Paulista x R. da Consolação)!
A partir das 15h, as meninas se reunirão para sair em um passeio de ritmo tranquilo, onde iniciantes são sempre bem-vindas. Ninguém fica pra trás!

Bora espantar o frio e sair em um passeio bacana!

Qualquer dúvida, é só se inscrever na lista de e-mails e mandar uma mensagem, ou enviar um e-mail a pedalinas.sp@gmail.com.

Quem faz 15, Faz 100 (Km)!!!

6 jul

Há tempos, eu cultivava a ideia de pegar a minha bike e sair viajando por aí, mas, por “n” motivos, adiei a minha primeira cicloviagem por mais de um ano. Até que, umas semanas atrás, foi confirmado que se realizaria a 1ª cicloviagem organizada pelas Pedalinas, especialmente para iniciantes!

A princípio, vieram três pensamentos à minha mente:
1) Nossa, estou há mais de dois meses sem chegar perto da minha bike, e meus trajetos casa-trabalho dificilmente ultrapassam 15 Km. Será que vou aguentar?
2) Putz, a previsão do tempo diz que vai chover no sábado… Como faço?
3) Daaaane-se!!! Eu vou!!!

Logo, tive que tomar vergonha na cara e sair atrás de várias coisas para a minha bike. Revisão, instalação de para-lamas e bagageiro, compra de câmaras reserva (para o caso de furar o pneu) e procura de alforge ou caixote para levar a minha bagagem.

No final, resolvi essa parte de “carregamento” com um cestinho de arame emprestado da Carina, que prendi no bagageiro com enforca-gato (também conhecido como abraçadeira ou fita Hellermann) cedido pela @pedaline. Para segurar a mochila dentro do cesto, usei uma rede de elástico, com presilha estilo aranha.

Redinha pra prender por cima do cesto e não deixar tudo voar

A rede de elástico em ação, segurando as minhas tralhas. (foto: @pedaline)

Providenciadas essas coisas básicas, fiquei torcendo para que não precisasse de capa de chuva também e… TCHARAM! Na sexta-feira, o site de previsão do tempo se atualizou e antecipou só uma manhã nublada, em vez de chuva!!!

Com uma certa dose de milagre, consegui acordar cedo no sábado e fui à Praça d@ Ciclista me encontrar com as meninas que me acompanhariam na viagem.

Madrugando na Paulista. (foto: @pedaline)

Todas reunidas, saímos às 8 da manhã e fomos enfrentar uma das partes mais tensas do trajeto: a saída da cidade de São Paulo. Primeiro, subimos dois viadutos para atravessar as marginais Pinheiros e Tietê, trocamos de faixa para subir a alça de acesso à rodovia Castelo Branco, mega adrenalina para atravessar a pista e tals.

Passados esses momentos de tensão, o restante da viagem foi bem tranquilo, com apenas um furo de pneu entre as meninas. Contudo, esse pequeno contratempo logo foi resolvido com uma bomba de ar pra quebrar o galho e com um kit remendo (item essencial para se carregar a qualquer momento de bike) no primeiro posto onde já planejávamos parar.

Entre os Km 34 e 37, uma subidinha que exigiu um pouco mais de nós. Não era muito íngreme, mas não era precedida por uma descida que pudéssemos aproveitar para pegar mais embalo e facilitar a subida. Foi o primeiro desafio psicológico que enfrentei, contornado com marchas engatadas no modo mais leve e uma pedalada beeeem mais devagar. Sempre com as meninas acompanhando o ritmo ou parando para esperar quem ficava para trás.

Paramos no Km 53 e algumas de nós fomos comer um almoço de respeito. Uma dica que a Evelyn deu é que, apesar de ter dois restaurantes caros logo à vista da estrada, ao fundo de um posto para caminhões ao lado se encontra um restaurante de prato-feito a R$8,50. E muito bom. Para quem é vegetariana, é só conversar com @ atendente, que preparam porções à parte.

Km 53, metade do caminho!

Depois, a subida ao longo de 11 km. Nada muito íngreme também, e bem mais leve do que a do Km 34. E a recompensa foi a mega descida gostosa com direito a um trecho entre paredões de pedra. Atingindo 60 km/h de bike.

Ah, certo, não nego que rolou dores nos braços e costas, além de ter que ficar mudando a posição em que me sentava a toda hora. Nada muito sofrido, porque ainda consegui me levantar, andar e pedalar no dia seguinte, rs.

Pernoitamos na casa dos pais da Evelyn, atenciosos e muito simpáticos, e conhecemos a irmã mais nova dela. Nos enchemos de pizza, algumas até de cerveja (lógico), e no dia seguinte devoramos churrasco.

Passeio pela cidade e visita ao apiário? Pffff… No sábado a gente chegou só a fim de tomar banho, jantar e conversar. E capotar de sono. No fim, a gente ficou comendo e colocando a conversa em dia. Talvez uma próxima vez a gente pegue um feriado prolongado pra passear mais, hueheuheue.

No domingo, pegamos um trecho de ciclovia até a rodoviária, onde pegaríamos ônibus de volta a São Paulo, e foi lindo passar por ruas praticamente vazias.

Mais lindo ainda foi passar ao longo de um rio que não fedia…

Uma coisa que aprendi com essa viagem é que, por mais que haja o pensamento do sedentarismo assombrando a gente, devagar e sempre chegamos (um bocado) longe. Afinal, de bike, quem consegue pedalar 15 km já está no ponto para enfrentar 100.

Editado: pra quem não foi por causa da previsão do tempo, pode ficar com mais invejinha ainda porque não caiu nem uma gota de chuva no caminho. E também não teve sol torrando as costas.

Editado 2: calça jeans não assou nem machucou, mas confesso que uma hora algumas partes do meu corpo começaram a ficar dormentes e formigando, rs. É provável que o estrago não tenha sido maior graças ao fato de ninguém ter precisado correr muito.

E malz pelo tom “meu querido diário” do texto. A ideia é mesmo só contar empolgada uma primeira aventura. =)

Alicate!!

16 jun

NÃO É CORRIDA!!
TODAS SÃO BEM VINDAS!
LOCAL: Praça d@ ciclista, Consolação esquina com a Paulista.

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