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Todas convidadas para o passeio de abril!

5 abr

E chega novamente o dia do passeio de bike das Pedalinas!
Nesse pedal tranquilo só para garotas, iniciantes são sempre bem-vindas!

Data: Sábado, dia 7 de Abril
Horário: A partir das 15h
Local: Praça d@ Ciclista (Av. Paulista x R. da Consolação)!

Qualquer dúvida, é só se inscrever na lista de e-mails e mandar uma mensagem, ou enviar um e-mail a pedalinas.sp@gmail.com.

Encontro 4 de Fevereiro!

2 fev

Quem faz 15, Faz 100 (Km)!!!

6 jul

Há tempos, eu cultivava a ideia de pegar a minha bike e sair viajando por aí, mas, por “n” motivos, adiei a minha primeira cicloviagem por mais de um ano. Até que, umas semanas atrás, foi confirmado que se realizaria a 1ª cicloviagem organizada pelas Pedalinas, especialmente para iniciantes!

A princípio, vieram três pensamentos à minha mente:
1) Nossa, estou há mais de dois meses sem chegar perto da minha bike, e meus trajetos casa-trabalho dificilmente ultrapassam 15 Km. Será que vou aguentar?
2) Putz, a previsão do tempo diz que vai chover no sábado… Como faço?
3) Daaaane-se!!! Eu vou!!!

Logo, tive que tomar vergonha na cara e sair atrás de várias coisas para a minha bike. Revisão, instalação de para-lamas e bagageiro, compra de câmaras reserva (para o caso de furar o pneu) e procura de alforge ou caixote para levar a minha bagagem.

No final, resolvi essa parte de “carregamento” com um cestinho de arame emprestado da Carina, que prendi no bagageiro com enforca-gato (também conhecido como abraçadeira ou fita Hellermann) cedido pela @pedaline. Para segurar a mochila dentro do cesto, usei uma rede de elástico, com presilha estilo aranha.

Redinha pra prender por cima do cesto e não deixar tudo voar

A rede de elástico em ação, segurando as minhas tralhas. (foto: @pedaline)

Providenciadas essas coisas básicas, fiquei torcendo para que não precisasse de capa de chuva também e… TCHARAM! Na sexta-feira, o site de previsão do tempo se atualizou e antecipou só uma manhã nublada, em vez de chuva!!!

Com uma certa dose de milagre, consegui acordar cedo no sábado e fui à Praça d@ Ciclista me encontrar com as meninas que me acompanhariam na viagem.

Madrugando na Paulista. (foto: @pedaline)

Todas reunidas, saímos às 8 da manhã e fomos enfrentar uma das partes mais tensas do trajeto: a saída da cidade de São Paulo. Primeiro, subimos dois viadutos para atravessar as marginais Pinheiros e Tietê, trocamos de faixa para subir a alça de acesso à rodovia Castelo Branco, mega adrenalina para atravessar a pista e tals.

Passados esses momentos de tensão, o restante da viagem foi bem tranquilo, com apenas um furo de pneu entre as meninas. Contudo, esse pequeno contratempo logo foi resolvido com uma bomba de ar pra quebrar o galho e com um kit remendo (item essencial para se carregar a qualquer momento de bike) no primeiro posto onde já planejávamos parar.

Entre os Km 34 e 37, uma subidinha que exigiu um pouco mais de nós. Não era muito íngreme, mas não era precedida por uma descida que pudéssemos aproveitar para pegar mais embalo e facilitar a subida. Foi o primeiro desafio psicológico que enfrentei, contornado com marchas engatadas no modo mais leve e uma pedalada beeeem mais devagar. Sempre com as meninas acompanhando o ritmo ou parando para esperar quem ficava para trás.

Paramos no Km 53 e algumas de nós fomos comer um almoço de respeito. Uma dica que a Evelyn deu é que, apesar de ter dois restaurantes caros logo à vista da estrada, ao fundo de um posto para caminhões ao lado se encontra um restaurante de prato-feito a R$8,50. E muito bom. Para quem é vegetariana, é só conversar com @ atendente, que preparam porções à parte.

Km 53, metade do caminho!

Depois, a subida ao longo de 11 km. Nada muito íngreme também, e bem mais leve do que a do Km 34. E a recompensa foi a mega descida gostosa com direito a um trecho entre paredões de pedra. Atingindo 60 km/h de bike.

Ah, certo, não nego que rolou dores nos braços e costas, além de ter que ficar mudando a posição em que me sentava a toda hora. Nada muito sofrido, porque ainda consegui me levantar, andar e pedalar no dia seguinte, rs.

Pernoitamos na casa dos pais da Evelyn, atenciosos e muito simpáticos, e conhecemos a irmã mais nova dela. Nos enchemos de pizza, algumas até de cerveja (lógico), e no dia seguinte devoramos churrasco.

Passeio pela cidade e visita ao apiário? Pffff… No sábado a gente chegou só a fim de tomar banho, jantar e conversar. E capotar de sono. No fim, a gente ficou comendo e colocando a conversa em dia. Talvez uma próxima vez a gente pegue um feriado prolongado pra passear mais, hueheuheue.

No domingo, pegamos um trecho de ciclovia até a rodoviária, onde pegaríamos ônibus de volta a São Paulo, e foi lindo passar por ruas praticamente vazias.

Mais lindo ainda foi passar ao longo de um rio que não fedia…

Uma coisa que aprendi com essa viagem é que, por mais que haja o pensamento do sedentarismo assombrando a gente, devagar e sempre chegamos (um bocado) longe. Afinal, de bike, quem consegue pedalar 15 km já está no ponto para enfrentar 100.

Editado: pra quem não foi por causa da previsão do tempo, pode ficar com mais invejinha ainda porque não caiu nem uma gota de chuva no caminho. E também não teve sol torrando as costas.

Editado 2: calça jeans não assou nem machucou, mas confesso que uma hora algumas partes do meu corpo começaram a ficar dormentes e formigando, rs. É provável que o estrago não tenha sido maior graças ao fato de ninguém ter precisado correr muito.

E malz pelo tom “meu querido diário” do texto. A ideia é mesmo só contar empolgada uma primeira aventura. =)

1ª Cicloviagem das Pedalinas!

30 jun
Primeira cicloviagem das Pedalinas!

flyer: @lancany

Depois de alguns planos e até uma oficina a respeito, próximo sábado realizaremos a primeira cicloviagem das Pedalinas! Voltada principalmente para iniciantes, que pela primeira vez se aventurarão a percorrer uma distância maior, terá um caminho a ser percorrido sem pressa, em ritmo bem tranquilo, e com algumas paradas para descansar e renovar as energias. =)

E o pernoite será na casa da Evelyn!

Ela já nos mandou um e-mail detalhando o caminho e alguma orientações, que estão resumidas neste post. Qualquer dúvida, é só se inscrever na nossa lista de discussão ou mandar um e-mail (pedalinas.sp@gmail.com).

O trajeto até Sorocaba terá 3 paradas, uma a cada 25 km, mais ou menos. A primeira é em um posto em Barueri, depois de Alphaville, antes do pedágio de Jandira. A segunda é no km 53 da Castelo. A última será em outro posto/shopping, na altura do km 70 e um pouquinho antes da entrada para a Castelinho.

Itens necessários:
Roupa de cama e banho, como colchonete, saco de dormir, cobertor, toalha, etc. Levando em conta que à noite esfriará um bocado.
No quintal há espaço para umas 5 barracas, para quem preferir acampar.
Levar câmaras e remendos, para eventuais emergências de pneus furados.
Dinheiro para alimentação e passagem de ônibus.
Se alguém cansar demais, não se sentir bem, alguma bike quebrar e precisar desistir, os ônibus da Cometa (R$20,00) passam a cada 15 minutos em direção a Sorocaba.
Informações da ida
Ponto de encontro:
Praça d@ Ciclista (Av. Paulista x R. da Consolação)
Data e horário:
Sábado, 02 de Julho, às 6h30 da manhã.
Volta
Data:
Domingo, 03 de Julho.

Pedalina de primeira viagem – um relato do encontro de fevereiro de 2011

7 fev

Minha bicicleta foi embora junto com minha infância. Lembro de ter vivido “horrores” com ela: sem uma mão! Sem a outra! Agora de pé! Manobras que já acabaram até num lago, ladeiras sem freio. Livre, livre, livre. Eu corria mais que os moleques (e por que não poderia?), e sentia que podia fazer qualquer coisa.

Esse tempo passou. Nem sei o que aconteceu àquela bicicleta. Junto com as responsabilidades, e as contas para pagar, veio um apartamento minúsculo, no centro de São Paulo, onde vivo sozinha. Fiz na parede um desenho para lembrar de não me deixar aprisionar nunca: passarinhos que escapam de uma gaiola aberta e voam rumo à janela.

Minha relação com a cidade não é das piores: já cheguei a demorar três horas para chegar à faculdade, mas hoje moro bem perto do trabalho, não tenho carro, faço tudo a pé, ou de ônibus. Só que depois de morar um ano em Lyon, na França, sempre achei que poderia ser melhor. Ali começou a experiência da Velo’v, bicicletas espalhadas pela cidade que você pode pegar, de graça, com o mesmo cartão do transporte público. Eu cruzava a cidade com elas, margeando o rio Ródano…

Eu achava que, no centro de São Paulo, aquilo seria impossível. Só os loucos se arriscam. Até que o meu presente de natal de 2010 – que meu namorado me ajudou a comprar – foi uma bicicleta. Ele reformou a sua, já parada há muitos anos. Foram precisos dois fins de semana para entendermos que sim, era difícil, mas possível. Primeiro, o minhocão de domingo, o centro velho, a Luz. Depois, a deliciosa descida ao Ibirapuera e a (argh!) dura subida de volta.

Sábado, 5 de fevereiro

Um passeio pela internet me fez cair no blog das Pedalinas, e ver que, justo no dia seguinte, havia um encontro (como todo primeiro sábado do mês) na Praça do Ciclista. Embalada pelas minhas recentes descobertas, resolvi conhecer de perto esse coletivo. E aí está o barato da bicicleta. A relação com a cidade, com as pessoas. Moro no mesmo apartamento há mais de um ano, e me envergonhava de não conhecer nenhum vizinho. Pois no sábado, ao pegar minha bicicleta na garagem, conheci um morador ciclista que também saía para um passeio. Subimos um pedacinho da Augusta juntos.

Na Praça do Ciclista, me dei conta da diversidade do grupo. Uma menina circulava livros de mecânica de bicicletas, que acabara de comprar nos Estados Unidos. Outras diziam que, pela primeira vez, pedalavam na rua. Nara, médica, não recebeu exatamente um incentivo do marido ao sair de casa (“Cuidado! Você viu que um ciclista atropelou um velhinho na rua, no Rio, e morreram os dois?”), mas estava tão orgulhosa da conquista de chegar até ali pedalando que ria alto da preocupação do companheiro.

E as cerca de 30 meninas (mais tarde, quando algumas outras se juntaram a nós no Ibirapuera, contei 31) tomaram a pista central da Avenida Paulista. Algumas, bem experientes, seguiam na frente e paravam um cruzamento, quando necessário. Outras se extasiavam com a primeira vez logo ali, naquela avenida enorme e hostil às bicicletas. O coletivo chamava a atenção de todos na calçada. Muitos sacavam suas máquinas fotográficas e clicavam a cena – turistas? Jornalistas? Curiosos? Alguns acenavam contentes, e outros homens faziam comentários machistas que reafirmam não só a necessidade de grupos como o Pedalinas, mas a luta constante das mulheres por uma relação de gênero mais justa.

Piquenique e bate-papo

Na Praça da Paz, no parque do Ibirapuera, um piquenique permitiu agradáveis bate-papos, em que ouvi as mais inesperadas histórias. Reconheci, no colar da italiana Michela, um pingente com a figura do Handala, um menino descalço, virado de costas e com as mãos para trás, símbolo da resistência palestina. Conversamos sobre isso, nossas relações com o tema, e também sobre a cidadezinha de Campagnano di Roma, de meus antepassados, que Michela conhecia (descobri por ela que há um grande festival de artistas de rua lá!).

Em uma rodada de apresentação, veio a pergunta: quantas de vocês vêm pela primeira vez? Para minha surpresa, quase metade das meninas eram novatas. E conhecemos muitos motivos que as levaram até ali: uma se apaixonou por um ciclista, terminou com ele e ficou com a bicicleta; outra incentivou o namorado a andar; outra precisava de uma alternativa ao ônibus que, lotado, fazia um caminho estúpido para chegar ao seu trabalho; outra, que tem uma deficiência visual, descobriu na bicicleta a melhor forma de se locomover pela cidade.

Na volta, subindo o morro rumo à Paulista, contava para Laura, francesa, sobre o – desigual – sistema educacional brasileiro. Com o fôlego e o francês enferrujados, tive uma agradável subida, devagar e sempre, que eu ainda não tinha conseguido completar sem parar. As mulheres foram se separando aos poucos, até que a última se despediu de mim, na Rua Frei Caneca. Segui sozinha até minha casa.

Nessa noite, recebi uma amiga e ouvi surpresa que, em sua família, nem ela, sua irmã ou sua mãe sabem pedalar. Acha que já está velha demais para isso… mas de jeito nenhum! Por histórias como essas, as Pedalinas organizam desde oficinas de mecânica para mulheres (só de conversar neste sábado, aprendi uma coisa tão trivial quanto olhar no pneu a quantidade de libras para enchê-lo) a passeios para iniciantes. Que nenhuma mulher que tenha vontade de pedalar desista, por falta de companhia, coragem, ou por excesso de proteção e preocupação de seus companheiros.

Redescobri o gostinho de liberdade de andar de bicicleta como fazia na minha infância, e estou descobrindo as dores e delícias de fazê-lo em uma cidade caótica como São Paulo. Espero que a emergência de coletivos como o Pedalinas, tão criativos e engajados, estimulem cidadãos e poder público a construir uma cidade mais sustentável. Estou nessa. Até o próximo encontro!

*Fotos de Camila e Aline. Veja mais aqui.

A bicicleta pode estar na genética

4 fev

Oi meninas!

Confesso que me senti meio boba por querer compartilhar isso, por achar que seria um relato de uma coisa que, pras Pedalinas de maneira geral, seria muito corriqueira, mas acabei descobrindo que, além de não ser tão corriqueiro assim, pode ser um ótimo incentivo para tod@s que ainda não conhecem todos os benefícios de se usar a bicicleta como meio de transporte.

Ontem eu estava em casa, em Pinheiros, e resolvi visitar a minha vó, que mora na Bela Vista.

Hmmm.. pagar R$3 de busão pra ir e R$3 pra voltar ou deixar a preguiça de lado e ir de bike?

IR DE BIKE!

Confesso que sou preguiçosa por natureza, e só de ter que carregar a bicicleta no elevador (meu prédio não tem garagem, ela mora na sala) já dá um bode de sair… mas tenho que admitir que o aumento do preço do busão tem sido um GRAAAANDE incentivo pra mexer o traseiro gordo e fazer as coisas de bike (mesmo com o condicionamento físico de um buldogue tuberculoso e sabendo que ia chegar na Paulista com a língua lá na Estados Unidos).

Bom, peguei a bike e fui indo: Fradique Coutinho, R. dos Pinheiros, Groenlandia… até que no farol com a Av. Europa parei do lado de outra menina que estava numa elétrica muito simpática. Ela me cumprimentou como se já nos conhecêssemos (acho isso muito bacana em algumas pessoas que andam de bike, em geral).

Acabei conhecendo-a um pouco: ela se chama Camile, trabalha na Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (ou lá do lado, não lembro o nome do lugar), mora na Aclimação, tem 3 bicicletas e tem usado a elétrica pra não chegar tão suada no trabalho e em função de um probleminha no joelho (e mesmo com o motor rodando, ela pedala).

Como o trânsito estava meio complicado (pros carros, obviamente), fomos alguns trechos recotando no meio deles e, quando não dava, acabávamos ocupando a pista inteira e indo por alguns trechos bem devagarzinho, sem recortar, só pra aproveitar o trânsito pra bater um papo.

Ficamos falando de bicicleta, da vida, de qualidade de vida e acabei convidando ela pra ir no sábado (ela falou que queria ir, principalmente quando fosse rolar alguma oficina de mecânica, mas que não poderia ir nesse encontro, especificamente). Acabamos fazendo o mesmo caminho até chegar na Al. Campinas, quando eu subi e ela pegou a direita na R. Guarará, nos despedindo com um simpático trim-trim e um “A gente se vê por aí!”.

Sério, foi emocionante!

Bom, terminei de subir a Campinas, alguns trechos pedalando, outros empurrando (e realmente esqueci minha língua lá em baixo), mas cheguei.

Durante o jantar, fiquei contando pra minha vó sobre o que tinha acontecido, sobre o quanto isso fez meu dia mais feliz, sobre as possibilidades que a bicicleta oferece…

E qual não foi minha surpresa ao descobrir que andar de bicicleta é de família! Minha vó ficou contando que, quando ela era jovem e trabalhava no centro, na década de 50, ela era a única mulher que ia de bicicleta pro trabalho na fábrica em que ela trabalhava (ela contou que até fez calças pra isso, coisa rara de uma mulher usar na época…).

 

Vovó inovadora! Deu um mega orgulho!

 

 

Bom, desculpem, pelo relato meio longo, mas queria compartilhar com mais alguém essa experiência com a bike que, pra mim pelo menos, foi muito significativa.

Seria tão bom se todo mundo pudesse passar por isso todos os dias…

 

Carol La Terza

 

(Só pra situar, pra ninguém achar que já sou velha de guerra: comprei minha bicicleta de um amigo em agosto do ano passado, mas só comecei a usar “de verdade” em dezembro. A idéia era usar pra ir pra USP, mas ainda não consegui fazer isso – em parte por medo de atravessar a ponte Cid. Universitária, em parte por sair da aula em horários meio ingratos por causa do sol e do calor, em parte por chegar muito suada aos lugares. Mesmo assim, tento fazer pelo menos um percurso por semana, como ir à casa de algum amigo ou parente, pra aula de espanhol, ou simplesmente dar uma volta.)

Relato: Encontro de novembro

10 nov

pedalinas
algumas pedalinas atrás da Catedral da Sé

Já fazia mó cara que eu não dava as caras num passeio das pedalinas então resolvi criar vergonha e falei: desse sábado não passa!! Nem o tempo nublado com ameaça de chuva me desanimou, quando deu umas 2 horas e vi que o tempo tava abrindo um pouco, parti pra rua! Acho que por causa do tempo nublado o pessoal não se animou muito de ir pro passeio, quando saimos pra rua devia haver umas 6 meninas, mas com previsão de encontrar outras pelo caminho!

A coisa boa é que haviam muitas caras novas, meninas, bem vindas e apareçam sempre!

Sobre o trajeto, como já tinhamos feito todos os sugeridos, optamos em partir para o centrão, uma área que eu especialmente gosto bastante e acho muito bonita (apesar do descaso das autoridades com o lugar). Partimos pra Paulista, descemos a Vergueiro, passamos pela Liberdade, chegamos na Sé, onde encontramos a Gabriela e seguimos pro Pátio do Colégio, que seria nosso destino final. Ao chegar lá batemos nosso costumeiro papo, foi legal saber das novas integrantes como conheceram e porque tiveram interesse nas pedalinas! Enquanto estávamos papeando chegou a Celina e a Aline pra aumentar nosso bando! E então eu tive que ir embora, mas as meninas seguiram até o Centro Cultural Vergueiro pra trocar mais idéia!

Como sempre muito legal e inspirador o passeio! Conhecer gente nova, saber das experiências com bikes, ver lugares bonitos, isso que importa no final!

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